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22/02/2021

Após incidente, Boeing recomenda que companhias aéreas não usem modelo 777

boeing

A Boeing recomendou a companhias aéreas a suspensão do uso de aviões de modelo 777 que tenham motor PW4000, o mesmo que apresentou falhas durante o voo de uma aeronave operada pela United Airlines no sábado (20.fev.2021). O avião derrubou detritos durante o voo e precisou fazer um pouso de emergência.

A fabricante disse que há 69 aeronaves do modelo em operação, e 59 armazenadas.

A empresa recomendou que as companhias não usem os aviões até que os reguladores dos Estados Unidos identifiquem o protocolo de inspeção apropriado.

A United Airlines é a única a operar esses aviões nos EUA, de acordo com a FAA (Administração Federal de Aviação).

“Revisamos todos os dados de segurança disponíveis”, disse a FAA em um comunicado.

“Com base nas informações iniciais, concluímos que o intervalo de inspeção deve ser intensificado para as lâminas ocas do ventilador que são exclusivas deste modelo de motor, usado apenas em aviões Boeing 777.”

Outro incidente com o mesmo modelo fez com que autoridades do Japão decidissem proibir o uso do modelo 777 da Boeing que têm motores PW4000.

 Em 4 de dezembro de 2020, um voo da JAL (Japan Airlines) que saiu do aeroporto de Naha para Tóquio teve que retornar por causa do mau funcionamento do motor esquerdo.

O Conselho de Segurança dos Transportes do país asiático disse em 28 de dezembro que havia encontrado duas lâminas do ventilador do motor esquerdo danificadas, uma por causa de uma fratura por fadiga. A investigação está em andamento.

O Japão disse que, além da JAL, apenas a ANA (All Nippon Airways) opera aviões desse modelo. A JAL, que opera 13 unidades, informou que a frota não será mais utilizada a partir de março de 2022.

Um funcionário do Ministério de Transportes da Coreia do Sul, outro país cujas companhias utilizam o modelo 777, falou que estava esperando uma ação formal da FAA antes de dar uma orientação às suas companhias aéreas.

A Korean Air Lines disse que tem 16 aviões do modelo, 10 deles guardados, e que consultaria as autoridades competentes.

Em fevereiro de 2018, um Boeing 777 operado pela United e com destino a Honolulu (Havaí) sofreu uma falha no motor, também provocada por uma fratura na lâmina do ventilador.

Por causa desse incidente de 2018, a Pratt & Whitney, fabricante do motor PW4000, revisou os registros de inspeção de todas as lâminas de ventilador.

Em março de 2019, a FAA emitiu uma directiva exigindo inspeções iniciais e recorrentes das lâminas de ventilador.

 
 
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