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03/10/2019

Boeing diz que aeronaves 737 MAX devem voltar a voar ainda este ano

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A Boeing continua alvejando o quarto trimestre para receber a aprovação regulatória com o objetivo de devolver o 737 MAX aos voos após dois acidentes fatais.

 Na semana passada, a Boeing organizou testes em simulador para pilotos das principais companhias aéreas dos EUA em novos sistemas atualizados após dois acidentes fatais no MAX. As mudanças da Boeing receberam feedback positivo, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto, aumentando as esperanças da Boeing de cumprir sua data prevista.

“Embora a decisão seja da responsabilidade dos reguladores, continuamos trabalhando para voltar ao serviço do MAX no quarto trimestre deste ano”, disse o porta-voz da Boeing, Gordon Johndroe.

Os testes foram realizados em Miami na semana passada e envolveram pilotos da American Airlines, Southwest Airlines e United Airlines nas atualizações da Boeing para o Maneuvering Characteristics Augmentation System (MCAS), um sistema de manipulação de voo que foi associado a acidentes de voos da Lion Air e da Ethiopian Airlines que, juntos, tiraram 346 vidas.

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O prazo para o retorno do 737 MAX ao serviço foi repetidamente adiado desde que o avião foi aterrado pela primeira vez em meados de março após o segundo acidente.

Na semana passada, o chefe da Administração Federal de Aviação disse que as decisões de liberar o avião caberiam a cada país, um sinal da falta de consenso entre os reguladores sobre como proceder.

O presidente-executivo da Boeing, Dennis Muilenburg, disse que uma possibilidade é o “desaterramento gradual” dos jatos, já que os reguladores na Europa parecem improváveis ??de se mover tão rapidamente quanto a agência FAA.

Boeing não incluiu sistemas de segurança no MCAS do 737 MAX

A Boeing não incluiu “salvaguardas-chave” no sistema antibloqueio do 737 MAX que faziam parte de uma versão anterior, usada em um avião-tanque militar, publicou neste domingo o “Wall Street Journal” (WSJ).

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O sistema antibloqueio, conhecido como MCAS, esteve envolvido em dois acidentes, que deixaram 346 mortos. A versão anterior do sistema dependia de múltiplos sensores e tinha “uma capacidade limitada de mover o nariz” do avião, enquanto a versão do MAX recebia informações de apenas um sensor e era “mais difícil para os pilotos cancelar”, segundo o jornal.

O WSJ citou uma fonte familiarizada com o sistema que indicou que a versão anterior foi desenhada para evitar uma falha ou perda de controle do software. “Você não quer que a solução seja pior do que o problema”, comentou.

Um porta-voz da Boeing disse ao jornal que os sistemas não eram “diretamente comparáveis”. Nos dois aviões MAX que caíram, os pilotos lutaram contra o sistema para evitar o acidente.

 
 
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