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04/04/2019

Lufthansa traça estratégias no Brasil com serviço alimentar e novas rotas

Com o plano de renovar por completo a frota de aeronaves até o ano de 2027 – desembolsando US$ 42 bilhões –, a companhia aérea alemã Lufthansa aposta no estreitamento de relação entre empresários do Brasil e da Alemanha em 2019. Além disso, o investimento no braço alimentar do grupo e no transporte de cargas deverá ampliar a presença no País.

“São Paulo é a cidade onde existe a maior concentração de empresas alemãs fora da Alemanha. Estamos apostando na ligação empresarial e também turística entre a capital paulista e Munique”, afirmou a diretora-geral da operação Lufthansa Brasil Annette Taeuber, ressaltando que a oferta de assentos na classe executiva e primeira classe serão um trunfo da companhia nesse processo.

Ainda de acordo com ela, a companhia aérea também pretende intensificar as áreas de atuação paralelas ao transporte comercial de passageiros, considerado como o carro-chefe do negócio. “No mercado doméstico brasileiro, estamos também presentes, por exemplo, com a LSG Group, que fornece comida para 35 companhias aéreas parceiras. A fatia de mercado [da LSG Group] gira em torno de 40%. Além disso, trabalhamos com consultorias para empresas de outros ramos, como na operação de helicópteros da Petrobras”, complementou a executiva.

Na mesma perspectiva, o diretor de vendas para a América Latina da Lufthansa, Tom Maes, afirmou que os investimentos desde o momento de embarque até a chegada do passageiro no destino final é fundamental para fidelizar o cliente. “Lançamos uma nova plataforma online de reservas e acompanhamento do voo, investindo em salas VIP de espera nos saguões dos aeroportos, e também a possibilidade do passageiro realizar o embarque biometricamente. Isso já é uma realidade em Munique, por exemplo”, afirmou ele.

O executivo conta que houve mudanças também nos serviços alimentares dentro das aeronaves. “Queremos dar a oportunidade do cliente escolher a hora que quer comer. Começamos a disponibilizar alimentos e bebidas a qualquer hora durante o voo. Temos mais de 160 projetos dessa natureza para serem implementados”, argumentou Maes, lembrando que houve aumento e 10% no fluxo de passageiros em 2018 sobre o ano anterior.

Questionado sobre uma possível redução de voos no Rio de Janeiro – estado que sofreu perdas em algumas rotas aéreas –, Maes diz que manterá a quantidade atual de voos diários no estado.

Além disso, ele disse que o plano de renovação da frota de aeronaves também tem como objetivo absorver essa demanda crescente de passageiros com aviões 20% mais econômicos em termos de consumo de combustível. “Essa redução de custos será revertida em um reinvestimento nas operações da companhia”, complementou o executivo.

No ano passado, a companhia aérea alemã realizou investimento da ordem de US$ 4,2 bilhões e conseguiu alcançar um faturamento de US$ 40 bilhões. Já a dívida líquida da empresa ficou em US$ 3,9 bilhões no período.

 
 
 
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