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10/08/2018

Depois de Colômbia e México, aéreas aguardam eleições no Brasil

Dois mil e dezoito marca eleições presidenciais em três dos países com os maiores mercados aéreos da América Latina: Colômbia, México e Brasil. Nos dois primeiros, os novos presidentes já foram escolhidos pela população, mas por aqui ainda é praticamente impossível prever quem será o novo governante do País, afinal, as últimas pesquisas seguem apontando Jair Bolsonaro e Lula, dois candidatos em espectros completamente opostos da política, como favoritos. Isso sem as campanhas terem efetivamente começado.

As enormes diferenças de opiniões entre os nomes que pleiteiam a presidência do Brasil a partir de 2019 mantêm as companhias aéreas nacionais e internacionais atentas, afinal, novos governos abrem espaços para mudanças em setores importantes da sociedade e da economia, como o da aviação. Enquanto uns podem pensar em facilitar a operação de empresas internacionais, outros podem privilegiar o fortalecimento da indústria local, por exemplo.

Uma das questões que podem sofrer alterações, dependendo do caso, é a que diz respeito aos limites de participação de empresas estrangeiras em companhias aéreas que operam no País. Atualmente, a lei impede aquisições superiores a 20%, valor inferior ao permitido em outros países sul-americanos como Colômbia (40%), Peru (49%) e Chile (100%). Até os Estados Unidos, historicamente protecionista, possui taxa ligeiramente superior à brasileira: 25%.

Em 2018, a United aumentou sua participação na Azul de 3,7% para 8%, enquanto a Delta manteve seus 9% da Gol. Dois anos antes, a Qatar Airways já havia adquirido 10% da Latam (incluindo as operações na América Latina) pelo valor aproximado de US$ 613 milhões. Mais recentemente, o acordo de “céus abertos” firmado entre Brasil e Estados Unidos pareceu sinalizar uma maior flexibilização para o futuro, mas tudo pode mudar de acordo com as diretrizes e convicções do futuro presidente da República.

Na Colômbia, as eleições foram vencidas por Iván Duque e suas tendências direitistas. Já no México, foram as propostas esquerdistas de López Obrador que levaram a melhor. No Brasil, a dúvida quanto ao caminho que será seguido segue até outubro, tanto para os brasileiros como para os estrangeiros interessados no nosso mercado.

 
 
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