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10/05/2018

Consolidadoras: como as empresas podem prevenir fraudes

As consolidadoras têm um papel importante e abrangente no segmento de Turismo. São elas que tomam o risco de crédito das agências consolidadas e se comprometem com o repasse às companhias i aéreas. “Ao se comprometer com o desafio de escalar a quantidade de clientes consolidados e obviamente a quantidade de operações de clientes finais, toda consolidadora deve ter em mente a prevenção a fraudes e gestão de crédito”, afirma o CEO da B2E Group, Luiz Matos.

Com base nisso, a consolidadora deve fazer algumas perguntas sobre sua operação atual de análise de créditos. Listamos alguns exemplos a seguir:
 

  • No momento do credenciamento, a consolidadora faz uso de um motor de crédito flexível com as melhores práticas?
  • A agência interessada em ser uma consolidada tem disponível um ambiente específico (site) para preencher os dados necessários para envio da área de crédito?
  • Existe uma política de crédito que contemple risco por região, tempo de atividade, limite mínimo e creditscoring?
  • Existe uma política de revisão de limites? A concessão está atrelada ao perfil de pagamento da consolidada?
  • É possível mitigar risco de inadimplência dos principais tomadores de limites e ser proativo e reduzir a exposição em clientes com sinais de piora financeira?
  • A empresa possui um Bi (Business Inteligence) que aponte indicadores necessários (KPIs) para tomar decisões de alterar a política de crédito com segurança?


PREVENÇÃO A FRAUDES
Após o credenciamento, as consolidadoras ainda precisam estar atentas para prevenir fraudes. Nesse sentido, é fundamental levantar uma série de questões, que ajudam a reduzir os riscos. Por exemplo, será que o cliente final, que está solicitando emissão pela consolidada, é quem ele diz ser? O bilhete está sendo emitido com uma boa antecedência da data de embarque (Time To Departure)? O endereço do cliente final é condizente com algum trecho da emissão Origem ou Destino? Trata-se de um bilhete só de ida ou round trip?

Avaliar o perfil e a atuação das consolidadas também é fundamental nesse contexto. As consolidadoras devem estar atentas à quantidade de bilhetes emitidos pela agência e, caso haja transações muito fora do padrão, é importante checar.

Outro ponto que deve ser verificado é se a emissão do bilhete foi feita de um IP de uso recorrente da consolidada. As transações feitas por máquinas desconhecidas podem representar um risco.

Por fim, ainda que cada consolidadora tenha uma forma de atuação e a sua particularidade, vale a pena investir em relacionamento e conhecer os consolidados. Isso, por si só, ajuda a reduzir os riscos de fraudes.

SOBRE A B2E GROUP
Criada em 2013, a B2e Group é especialista em prevenção a fraudes para o Turismo. Com grandes players entre os seus clientes, a empresa traz soluções completas para as necessidades das agências, OTAS, consolidadoras e operadoras. Para mais informações, acesse o site www.b2egroup.com.br ou entre em contato pelo telefone +55 11 3107-5100

 
 
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