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12/03/2018

Com novas rotas em 2018, Azul reforça presença em Recife

O diretor de Alianças e Distribuição da Azul Linhas Aéreas, Marcelo Bento, celebrou o hub da companhia aérea em Recife no evento Conexão Pernambuco, promovido na sexta-feira, 9, pela secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, em parceria com a Prefeitura do Recife. Já no primeiro semestre de 2018, a aérea ligará Recife a três novos destinos internacionais: Fort Lauderdale, Estados Unidos, e Rosário e Córdoba, na Argentina. Para o segundo semestre está prevista ainda a rota Recife–Manaus, além de novas ligações com Curitiba e Cuiabá.
 

Marcelo Bento falou sobre a presença da Azul em Pernambuco
Marcelo Bento falou sobre a presença da Azul em Pernambuco

“Hoje a gente tem um hub nesse aeroporto plenamente consolidado”, comemorou Bento, e aproveitou para ressaltar o valor de um centro de distribuição de voos. “Alguns estudos mostram um efeito multiplicador incrível de novos voos”.

Segundo o executivo, a escolha de Recife pela companhia aérea se deu por diversos fatores, como governo do Estado empreendedor, crescimento de investimentos na região, além de localização estratégica, tanto no Nordeste do Brasil quanto pela proximidade com a Europa. Pesou ainda o fato de a capital pernambucana apresentar o maior PIB per capita dentre as regiões metropolitanas do Nordeste.

Bento aproveitou ainda para apresentar alguns números da evolução da Azul em Recife. Enquanto em 2015, a companhia fazia 26 voos por dia para 11 destinos diretos, em janeiro de 2018 (alta temporada), foram 55 voos por dia para 25 destinos diretos. “Houve crescimento de 37% em passageiros transportados em relação a 2017 e crescer quase 40% hoje, no momento econômico que nós vivemos, é brutal”, destacou.

A aérea também vem trabalhando para abrir bases regionais, como em Caruaru e Serra Calhado, em parceria com o governo do Estado. Parcerias com companhias aéreas internacionais, como Tap e Air Europa, também prometem mais possibilidades de Turismo na região.

Ainda de acordo com o Bento, todo o crescimento da Azul no local foi “saudável”, já que as demais aéreas mantiveram a oferta. “Foi uma contribuição efetiva para o Estado e para a cidade”, ressaltou.

DESAFIOS
Bento destacou ainda alguns desafios e preocupações da aérea. Um deles é o fato de o Aeroporto Internacional de Recife já apresentar congestionamento nos horários de pico. “Hoje, para se colocar mais voos nesses horários já é difícil. É um aeroporto que precisa de ampliação”, diz.

Outro fator de tensão é o modelo de privatização do aeroporto. Segundo o executivo, o governo federal tem sinalizado a privatização em lotes, de modo que quem arrematar Recife provavelmente vai levar outros aeroportos. Ainda que isso não seja necessariamente um problema, pode ser preocupante para a aérea.

Bento destacou também a necessidade de desenvolver a malha viária da região. “Recife tem posição central no Nordeste e é importante que seja fácil o deslocamento do aeroporto para outras cidades grandes. Ter um aeroporto engargalado por uma malha viária que não atende é um problema”, afirmou.

 
 
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