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11/12/2017

2° workshop para jornalistas da Anac debate as novas regras de bagagem

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Aconteceu nesta segunda-feira (11/12), o segundo workshop para jornalistas promovido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), para promover a eficiência regulatória e as novas regras de bagagem que entraram em vigor em março de 2017. Presentes no evento estavam o diretor da Anac, Juliano Alcântara Noman, o subsecretario de Análise Econômica e Advocacia da Concorrência Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), Ângelo José  Mont’Alverne Duarte e o professor da Universidade Federal de Itajubá e pesquisador do Núcleo de Economia do Transporte Aéreo, Moisés Diniz Vassalo.

Conforme resolução da Anac, o passageiro tem o direito de levar uma bagagem de mão de até dez quilos, sem custo adicional, obedecendo as dimensões definidas pela empresa aérea.Também pela nova regra, as bagagens despachadas podem ser cobradas à parte. Antes da resolução, os passageiros de voos domésticos tinham direito a despachar uma mala de até 23 quilos sem custo adicional.

Para o subsecretario do Seae, Ângelo José  Mont’Alverne Duarte, com a separação das bagagens despachadas do bilhete aéreo será naturalmente criada uma segmentação de mercado para os voos nacionais e internacionais; gerando uma competitividade entre as operadoras, mesmo sem aumentar o numero de competidores, tornando um mercado mais personalizado por meio da discriminação de preço. “O mecanismo de discriminação de preços é observado ao vender produtos parecidos, não completamente iguais, que podem ter preços bem diferentes e isso a primeira vista irá causar certo prejuízo, porém, traz um grande efeito positivo para o consumidor pelo fato de “personalizar’’ o produto para cada comprador”, disse o subsecretario.

Segundo o professor Moisés Diniz Vassalo, a nova forma de se vender um bilhete aéreo sem a necessidade de incluir as malas despachadas irá diminuir o valor das passagens, pois, não terá a necessidade de se incluir as taxas de serviço. Deixando assim, a variação de preço para os itens mais voláteis como a variação do dólar e do preço do combustível. “Colocando o valor do serviço apenas a quem se dispõem a pagar por ele, a oferta e a procura serão reguladas de uma forma mais objetiva para cada comprador, podendo atingir previamente uma economia de 5% no valor final da compra”, ressaltou o professor.

Já para o diretor da Anac, Juliano Noman, a resolução 400 deixará o mercado mais livre tanto para operadores quanto para clientes. O mercado estará mais aberto para novas companhias aéreas como, por exemplo, as low-cost que são conhecidas por oferecer, na maioria das vezes, apenas o transporte sem alimentação e sem bagagens. Além disso, aumentará a transparência tirando as taxas obrigatórias das passagens e diminuindo a capacidade ociosa em 37% em media por voos podendo, assim levar seus produtos para mais consumidores.

 
 
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