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04/12/2017

Transporte aéreo de cargas tem alta de 5,9% em outubro

Ásia-Pacífico tem maior participação

A Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata) divulgou dados para os mercados globais de frete aéreo, mostrando que a demanda, medida em toneladas de carga (FTK), subiu 5,9% em outubro de 2017, se comparada ao mesmo período do ano passado.


O índice representa uma desaceleração do crescimento anual de 9,2%, registrado em setembro de 2017, mas ainda excedeu a taxa de crescimento anual média de 3,2% na última década. A capacidade de frete, medida em toneladas de frete disponíveis (AFTK), aumentou 3,7% ano a ano em outubro.

"O aperto das condições de abastecimento no quarto trimestre deve ver a indústria de carga aérea apresentar o melhor desempenho operacional e financeiro desde a recuperação da crise financeira de 2010", afirma o diretor geral e CEO da Iata, Alexandre de Juniac.

Este foi o 15º mês consecutivo em que o crescimento da demanda superou o crescimento da capacidade, o que é positivo para fatores de carga, rendimentos e desempenho financeiro. Embora a demanda de carga permaneça forte, vários indicadores mostram que podemos ter passado o pico de crescimento.

O índice de inventário para vendas nos Estados Unidos indica que o período em que as empresas buscam reabastecer inventários rapidamente, o que geralmente faz com que a carga aérea seja impulsionada, já acabou. O novo componente de pedidos de exportação do Índice Global de Gerentes de Compras (PMI) é estável, e a tendência ascendente dos volumes de frete sazonalmente ajustados tem se moderado.

AMÉRICA LATINA
As companhias aéreas do continente latino-americano cresceram 7,2% na demanda em outubro e 4,4% na capacidade, além do aumento de 7,7% no volume de frete internacionais, em relação ao mesmo período de 2016. O número é quase nove vezes a taxa média de cinco anos, de 0,9%. Segundo a Iata, o índice teve melhoras por conta da “recuperação do Brasil, “a maior economia da região”. Volumes de frete internacional dessazonalizados retornaram aos níveis observados no final de 2014.

ÁSIA, AMÉRICA DO NORTE E EUROPA
As aéreas de Ásia-Pacífico tiveram 4,4% a mais em número de fretes, uma alta de 3% em relação ao pico atingido no pós-crise financeira em 2010. As empresas norte-americanas cresceram 6,6% no volume de cargas, atrás dos 7,4% alcançados em setembro, mas o número está maior que o ritmo médio de crescimento nos últimos cinco anos. na Europa, o crescimento foi de 6,4%, ante 10,6% de setembro, com a capacidade crescendo em 2,5%. No Oriente Médio, o volume de fretes aumentou 4,6% e a capacidade 3,4%. No mesmo período, o volume de fretes internacionais caiu para 4,7%, ante 9,2% do mês anterior.

RECORDE NA ÁFRICA
O continente africano teve o maior aumento na demanda entre todas as regiões no mês de outubro com 30,3% e a capacidade cresceu 9,2%. Durante o mesmo período, o volume de fretes internacionais aumentou 28,5%, mais que o triplo do crescimento médio de cinco anos, que foi de 9,4%. Esse crescimento explica-se pela alta na pista de comércio com a Ásia, que apresentou crescimento de 67% nos primeiros nove meses do ano.

PARTICIPAÇÃO GLOBAL
A região Ásia-Pacífico deteve o maior percentual no share mundial, sendo responsável por 37,4% do volume, seguida pela Europa (23,5%), América do Norte (20,8%), Oriente Médio (13,9%) e América Latina (2,8%). Em relação ao FLF, índice utilizado para medir o volume de cargas transportado, Ásia-Pacífico teve 56%, Europa 48,7%, Oriente Médio 47,2%, América do Norte 37,9%, América Latina 37,5% e África 26,8%. A expectativa é que os volumes de frete cresçam em 2018, mesmo que de maneira mais lenta, em relação a 2017.

 
 
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