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30/10/2017

O efeito colateral às regras das bagagens de mão

As regras de regulamentação de transporte aéreo que instituíram o fim da franquia de bagagem, em vigor desde o início do ano, trouxe um efeito provavelmente inesperado para as companhias de aéreas.

Para evitar pagar a taxa de despacho de bagagens, os passageiros se adaptaram e costumeiramente tem viajado com malas com peso e tamanho para serem usadas como bagagem de mão. Com essa medida, evitam pagar as taxas para de despacho de bagagem. Um efeito colateral para as companhias.

Por esse motivo, tem ocorrido um excesso das mesmas bagagens de mão nos voos o que obriga as companhias a oferecerem aos passageiros despachar, gratuitamente, as malas a fim de evitar a falta de espaço para acomodar as malas nas cabines.

Nos últimos dois meses, experimentei isso em três viagens. Prestes a embarcar com a bagagem de mão, fui convencido por funcionários a concordar em despachar, sem custo, a mala.

As regras foram aprovadas em dezembro, do ano passado, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em voos nacionais, os passageiros podem levar uma bagagem de mão que não poderá ser maior que 115 cm (considerando altura + comprimento + largura) e o peso máximo é de 10 kg.

 

Por outro lado, de acordo com pesquisas, os preços das passagens aéreas subiram em lugar da prometida redução. Levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) calculou em 35,9% o acréscimo. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) demonstrou uma alta de 16,9% neste ano.

 
 
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