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28/10/2017

EUA vai revistar celulares de estrangeiros que forem ao país

Novas medias valem para todos os voos que vão para os Estados Unidos

Todos os dias, de férias ou a trabalho, centenas de brasileiros partem para os Estados Unidos. Mas atenção para não ser pego de surpresa: as rígidas regras de viagem para as terras governadas por Donald Trump ficaram ainda mais duras. Companhias aéreas poderão fazer entrevistas antes do check-in e revistar aparelhos eletrônicos por segurança.

Alguns passageiros podem ter que passar os celulares e laptops em um scanner de explosivos, por exemplo. Já o que seria abordado em uma possível entrevista não foi especificado, mas a pessoa deve ser informada assim que chegar ao guichê. A escolha de quem passa por essa revista extra é feita pelo governo americano, com base na lista de passageiros.

Também podem mudar as regras de segurança nas áreas de embarque no avião e dentro das aeronaves.

As novas medidas de inspeção afetam 325 mil pessoas que chegam nos 2.100 voos que aterrissam diariamente nos EUA. Elas foram anunciadas em junho pelo governo norte-americano, com 120 dias de prazo para as empresas aéreas se adaptarem. Entraram em funcionamento na última terça-feira (26), após comunicado da Transportation Secutiry Administration (agência pública responsável pela segurança aeroportuária).

O órgão alertou que as medidas afetam todos os passageiros de voos internacionais e cidadãos americanos viajando para os Estados Unidos partindo do exterior.

COMPANHIAS

O modo de operação dessas novas medidas fica a cargo da companhia aérea. Entre as brasileiras, a Latam explicou que já tinha implementado as regras em julho e que mudaram apenas procedimentos internos de limpeza dos aviões. Já a Azul disse que já se adaptou às novas medidas, mas que não pode divulgar quais são por um pedido do próprio governo americano.

A Avianca informou que está no processo de implementação, treinando funcionários, mas que também não pode divulgar como serão as mudanças por questões de segurança.

Com dois dias da inspeção mais dura em funcionamento, os voos que partem aos Estados Unidos ainda estão longe de ter um padrão. Segundo agências de notícias internacionais, algumas companhias distribuíram formulários para os passageiros preencherem, outras fazem as entrevistas verbais e algumas informaram que continuam com a operação normal, e que receberam autorização para atrasar o início das novas exigências.

ENTENDA AS MUDANÇAS

- Regras mais rígidas de inspeção entraram em vigor na última terça-feira para voos que parte de todo o mundo em direção aos Estados Unidos.

- O governo americano não detalhou quais seriam, mas o procedimento é chamado pelos norte-americanos de “segurança reforçada”. A forma como será feita fica a cargo das companhias.

- O passageiro pode ser abordado no guichê, ao fazer o check-in para responder a algumas questões. Também há companhias que estão adotando um questionário. Não há informação sobre o que é perguntado.

- Aparelhos como o celular e laptop podem ser revistados e passar por um scanner antiexplosivos.

- O espaço de embarque e a aeronave devem ter medidas de segurança mais duras e inspeção mais criteriosa. Também não há detalhamento, pelo governo norte-americano, do que deve ser feito.

- A escolha de quem passa por essa revista extra é feita pelo governo americano, com base na lista de passageiros.

 
 
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