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31/08/2017

United quer ação de Trump contra aéreas do Golfo

A presença de Emirates, Etihad e Qatar em céus americanos ainda vai causar muito desconforto entre as principais companhias aéreas dos Estados Unidos. O último a expressar seu incômod foi o presidente da United Airlines, Scott Kirby.

Em um debate sobre aviação, realizado no Boyd Group’s International Aviation Forecast Summit, em Las Vegas, o executivo depositou sua confiança no governo, possivelmente na gestão de Donald Trump, para barrar a "liberdade" no acordo de céus abertos que as três aéreas do Golfo Pérsico no continente norte-americano.

A principal reclamação de Kirby são os bilhetes mais baratos que as concorrentes disponibilizam aos passageiros.

“Nosso sistema político nos Estados Unidos é um tanto bagunçado e geralmente frustrante, mas o bom nesse país é que, ao fim dia, nós fazemos a coisa certa. Isso é claramente a coisa certa. Eu não sei ao certo quando ou exatamente como vai acontecer, mas acredito que viveremos em um mundo onde haverá uma competição justa”, disse ele.
 

Divulgação
Scott Kirby
Scott Kirby

ACUSAÇÕES RECORRENTES
O presidente da United declarou seu descontentamento com o novo voo da Emirates de Atenas para Newark, em Nova Jersey, um de seus hubs.

O pacto com os Estados Unidos permite à transportadora voar entre o país e os Emirados Árabes. Mas para Kirby, são poucos os passageiros que querem voar entre desses destinos.

Tanto a United como American Airlines e Delta Air Lines alegam que as principais aéreas do Golfo recebem pesados subsídios dos governos locais. Ao todo, elas calculam que foram injetados US$ 54 bilhões nos cofres das transportadoras desde 2004.

Essas empresas pedem ao governo uma revisão no acordo com Catar e Emirados Árabes. Etihad, Emirates e Qatar negam a acusação e dizem que a assistência que recebem de seus governos não é diferente do que é feito para as próprias norte-americanas e europeias.

Ao que tudo indica, somente as três companhias dos Estados Unidos vão lutar juntas. Demais concorrentes, como Hawaiian Airlines, Jet Blue e Fedex não pedem a renegociação dos acordos com os governos árabes.

 
 
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