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25/08/2017

De enxoval a parques: o perfil das viagens on-line no Brasil

A compra de viagens pela internet está cada vez mais inserida na realidade do brasileiro. Seja pela facilidade ou rapidez de fechar um pacote em poucos minutos, os turistas têm abraçado cada vez mais esse modelo.

Em 2016, o Turismo movimentou no comércio digital (digital commerce) R$ 29,8 bilhões em reserva de hotéis, passagens aéreas, pacotes e locações, segundo o Ebit.
Para entender esse comportamento, a empresa realizou um estudo em parceria com a Expedia. Ao entrevistar mais de 5,5 mil pessoas, o estudo analisa que mais 51,7% viajou nos últimos 12 meses para tirar férias em geral.

O restante se divide em motivações corriqueiras, como sair da rotina (19,5%), ir a trabalho (13,4%), explorar o mundo (5,6%) e conhecer parques temáticos (1,3%). A curiosidade fica por conta de se deslocar para fazer enxoval de bebê que, ainda assim, atingiu apenas 0,1%. A categoria "outros" representa 8,5%.

Embora a autonomia do viajante esteja mais em voga, o uso de dispositivos móveis mais tecnológicos ainda tem pouca representatividade. Para se ter uma ideia, apenas 24% dos consumidores planejam suas viagens pelo smartphone. O desktop, ou seja, computadores e notebook, atende mais de 60% dos brasileiros. Já a reserva de quartos em hotéis é feita via aplicativo para 17% dos consumidores.

Cada vez mais “donos de si”, o turista do Brasil tem um processo on-line de reserva um tanto típico. Ele primeiro define seu destino (17%), em seguida pesquisa o voo (13,8%) e depois o hotel (13,3%) e, por fim, compara o preço de passagens aéreas e reservas de hospedagem (12,6%).

AÉREO E HOTEL
O bilhete aéreo é o item que mais encarece a viagem. A desintermediação entra cada vez mais e a aquisição pelo canal direto das companhias aéreas chega a mais da metade dos respondentes. Sessenta e quatro por centro dos entrevistados preferem acessar o site da transportadora. Ainda, 73% não pagariam mais que R$ 1 mil sem parcelar.

A escolha se um hotel para dormir se dá pela “segurança”, “fácil acesso a transporte”, “preço da estada” e “localização”, sendo que esses quesitos têm mais de 20% da preferência. A economia no bolso, aliás, é o que faz os turistas reduzirem gastos em entretenimento, troca de carro e celular para tornar o tão chamado sonho de viajar real.

CVC E O CONTRAPONTO
A compra pode ser cada vez mais on-line, mas a CVC é a marca mais lembrada pelo brasileiro na hora de pesquisar, pesquisar ou reservar. Um total de 34,1% recorda da “amarelinha”, que tem como estratégia a abertura de lojas próprias e reconhece que seu canal on-line é "regular", segundo o próprio presidente, Luiz
Eduardo Falco.

Na sequência, aparecem Decolar.com (16,2%) e Trivago (8,3%).

O questionário foi aplicado entre 1 e 28 de junho deste ano. Em relação ao perfil dos mais de 5,5 mil entrevistados, a maioria é composta por homens (64%) com renda familiar média de R$ 7,3 mil, idade média de 46 anos. Ainda, 65% são graduados e 64,8% vivem no Sudeste. Nesse meio, 70% consumiram viagens on-line nos últimos 12 meses.

 
 
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