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18/08/2017

Prejuízo com fraude na venda de passagens para órgãos públicos pode chegar a R$ 8 milhões

A Polícia Federal fez buscas em agências de passagens aéreas e residências dos empresários em Chapecó, Santa Catarina. Há suspeita de fraude na venda dessas passagens para órgãos públicos federais. O prejuízo pode chegar a R$ 8 milhões. 

 

De acordo com a PF, as empresas embutiam valores indevidos, sem que o ente público tivesse conhecimento do valor correto praticado pelas companhias aéreas.

 

As investigações tiveram início em Mato Grosso. Uma fiscalização da Controladoria Regional da União em Cuiabá verificou o superfaturamento no agenciamento de passagens ao instituto Federal de Mato Grosso. Durante a apuração, a PF identificou que a fraude também estava sendo praticada em outros órgãos federais.

 

A Polícia Federal afirma que após as apreensões realizadas nesta quinta-feira (17) na sede das empresas investigadas será possível determinar quais estados foram atingidos pela fraude.

 

Em nota, o Instituto Federal de Mato Grosso afirmou que não existe servidor público da instituição envolvido no episódio e que desde de 2014 não tem contrato com agências de viagens para compra de passagens aéreas. O IFMT informou que, atualmente, executa a compra de bilhetes aéreos nacionais via compra direta e as internacionais por meio de licitação.

 
 
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