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17/01/2014

'Quero ver na Copa', comenta Alexandre Garcia sobre aeroportos

Se já subiram os preços dos hotéis, dos restaurantes e de outros serviços, as companhias aéreas se perguntam por que só elas não vão poder aproveitar o aumento de demanda. E é um aumento só esperado, porque, segundo a Anac, apenas 4% dos lugares dos voos normais para o período da Copa foram vendidos.

A outra pergunta é: se os aeroportos não dão conta da demanda do dia a dia, o que será que vai acontecer com quase 2 mil voos a mais, acumulados no período de 6 de junho a 20 de julho? Será que vão conseguir atender bem? Será que haverá lugar nos pátios, nas pistas, ordem nos guichês, na entrega de bagagem, nos acessos dos aeroportos? Estacionamento suficiente para os veículos lá fora?

A Anac, para prevenir, diversificou um pouco os horários, já que a maior parte dos pedidos de voos era para as 10h. E o aeroporto de maior movimento vai ter mais movimento ainda.

Guarulhos detém 80% dos voos internacionais, já está com 100 mil passageiros por dia. A GRU Airport promete estacionamento-garagem para 10 mil carros, com check-in e despacho eletrônico de bagagem lá dentro mesmo da garagem.

Um terceiro terminal em que o passageiro faz tudo, com um sistema de anti-furto, segundo a GRU Airport, igual ao primeiro mundo.

Cuiabá e Natal ainda preocupam pelo acesso; e Galeão, pelo atraso nas obras. Por enquanto, os passageiros que estão sofrendo hoje nas reformas costumam usar a frase: "Quero ver na Copa".

 
 
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