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06/11/2013

Empresas aéreas terão 15 dias após o sorteio para pedir novas rotas para período da Copa

As companhias aéreas brasileiras terão um prazo de 15 dias após o sorteio dos grupos da Copa do Mundo, marcado para 6 de dezembro, para solicitar à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) os pedidos de alterações na malha aérea para junho e julho de 2014, período do Mundial. A decisão foi tomada em reunião do Comitê Interministerial para a Copa do Mundo de 2014 nesta quinta-feira (31.10), no Ministério da Justiça, com representes das empresas TAM, Avianca, Azul e Gol.

“Após o sorteio, será possível saber quais rotas terão mais demanda e terão que ser reforçadas. Isso depende se o time A vai jogar na cidade A e o time B na cidade B. Assumimos o compromisso de atender toda a demanda para a Copa, transportando todas as pessoas dentro das regras de atenção ao consumidor e sob o pacto de precificação que for colocado aqui”, disse Eduardo Sanovicz, presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), em coletiva de imprensa após a reunião.

Ele explicou que 70% da demanda normal é formada por viajantes com objetivos de negócios e eventos. Esse tipo de passageiro, segundo dele, deve diminuir drasticamente, de acordo com os dados das Copas de 2006 e 2010 e das Olimpíadas de Londres 2012. “Em se tratando da malha da Copa, majoritariamente o que deve acontecer é que o terno e a gravata sejam substituídos pela camisa de time e pelas vuvuzelas”, disse.

O presidente da Anac, Marcelo Guaranys, explicou que alguns pedidos de alterações na malha área podem ser autorizados rapidamente e que outros vão depender da estrutura e de possíveis adequações nos aeroportos. “Podemos autorizar inclusive novas rotas, desde que estejam dentro da capacidade dos aeroportos. Acredito que até meados de janeiro a malha da Copa já será conhecida”, disse.

Monitoramento ampliado

O monitoramento dos preços praticados em julho e julho também será intensificado. “Atualmente recebemos mensalmente um relatório com todos os preços que foram cobrados no mês anterior. Faremos agora um monitoramento antecipado dos preços que estão sendo ofertados para o período da Copa, com base em relatórios quinzenais. Uma vez detectado um abuso, podemos tomar medidas para ampliar a oferta de voos em determinada cidade ou outras medidas que cabem ao Cade ou à secretaria do Consumidor”, acrescentou Guaranys.

A secretária nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, Juliana Pereira, explicou que as companhias aéreas têm até a próxima terça-feira (05.11) para enviar à secretaria a proposta de texto que será publicado nos sites alertando os compradores de que a malha ofertada hoje não é ainda a malha da Copa.

"O consumidor precisa saber que aquelas informações não são definitivas e que após o sorteio haverá mudanças e os voos atuais podem ser alterados. Também estamos atentos aos direitos dos consumidores que não querem se envolver com a Copa, que estarão de férias e querem aproveitar para visitar um parente ou viajar para outra cidade”, disse. Segundo Marcelo Guaranys, até o momento, menos de 0,1% dos voos do período da Copa foram vendidos.

 
 
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