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Imprensa Sindical

25/02/2014

CAMPANHA SALARIAL DOS AEROVIÁRIOS DEFINIDO O CALENDÁRIO DE NEGOCIAÇÕES

Está definido o calendário de negociações entre os sindicatos que compõem a Federação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aéreos – FNTTA – (SAESP, SIMARJ e SINDAMAZON), todos filiados à Força Sindical, e o Sindicato Nacional das Empresas Aéreas – SNEA.

A data-base da categoria é 1º de dezembro e os aeroviários definiram a reivindicação de 12%, na composição entre reajuste e aumento salarial. Para os pisos salariais, diárias, seguro de vida, vale-refeição e outros itens econômicos; foram definidos percentuais superiores, devido à grande defasagem existente.

Estão previstas rodadas de negociação para os seguintes dias do mês de novembro: 7, 22 e 28. Para dezembro, está definido o dia 5. Anote estes dias na sua agenda. Logo após cada rodada de negociação, ocorrerão assembléias de avaliação. Com o Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo-SNETA, a primeira reunião está agendada para o dia 7 de novembro de 2012.

Daqui para frente, a palavra de ordem do SAESP é pelo engajamento total nesta Campanha Salarial que, a julgar pelas experiências passadas, exigirá muita mobilização e organização da categoria aeroviária.

O histórico das negociações com o SNEA indica que os patrões gostam de empurrá-las com a barriga, trazendo propostas indecorosas nas primeiras rodadas. O SAESP entende que a postura patronal tem de ser mudada, pois as propostas esdrúxulas acabam sendo provocativas e desrespeitosas em relação a todos os aeroviários. Os patrões têm “pagado para ver”, apostando na indiferença dos trabalhadores quanto à discussão das formas de lutas e mobilizações.

“No ano passado, as empresas pagaram para ver e se arrependeram, pois a categoria respondeu com paralisações à intransigência patronal”, afirma Mandú.

Deve ficar claro, de uma vez por todas, que as empresas que adotam políticas comerciais de “baixo custo e baixa tarifa”, excluam desta lógica a valorização dos trabalhadores, pois são profissionais altamente qualificados e não podem ser enquadrados como sendo de “baixos salários e pouca valorização”.

Mandú arremata que “os patrões parecem contar com aulas da professora Sucuri, que adora enrolar e esmagar suas vítimas. Mas os trabalhadores não temem cara feia, mesmo que seja dos aprendizes de sucuris”.

CHEGA DE ENROLAÇÃO, AUMENTO JÁ!

 
 
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