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Espaço Mulher

05/12/2016

Em cargo de chefia, mulher recebe 32% a menos do que homem no Brasil

A desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho fica ainda mais evidente entre os cargos de chefia. Em 2015, enquanto 6,2% dos homens empregados com 25 anos ou mais de idade eram gerentes ou diretores, apenas 4,7% das mulheres dessa faixa etária ocupavam cargos mais altos. Além disso, a desigualdade salarial entre esse grupo de profissionais é ainda mais elevada do que a média geral, visto que as mulheres nesta posição recebiam, em média, 68% do rendimento médio dos homens. Quando considerados todos os cargos, a diferença salarial é um pouco menor: as mulheres ganham, em média, o equivalente a 76% do salário masculino.
Em 2015, enquanto o salário médio dos homens em cargos de liderança era de R$ 5,2 mil, o das mulheres era de R$ 3,6 mil. Dez anos antes, em 2005, essa diferença era um pouco menor: o salário de chefes mulheres correspondia, em média, a 71% do dos homens. Os dados foram divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira.
Já a desigualdade de rendimentos entre homens e mulheres, segundo os grupos de anos de estudo, reduziu entre os anos de 2005 e 2015, assim como a distância entre os rendimentos dos menos escolarizados (até 4 anos de estudo) e aqueles com 12 anos ou mais de estudo. No caso do gap de rendimento, segundo o sexo, em 2005, o rendimento-hora das mulheres com até 4 anos de estudo era equivalente a 86% do rendimento-hora dos homens com essa escolaridade. Em 2015, essa relação, segundo o sexo, no grupo dos menos escolarizados pulou para quase 90%. No grupo dos mais escolarizados, a desigualdade do rendimento-hora entre mulheres e homens passou de 62,5% para 68,5%.
Além da redução das disparidades de rendimento segundo o sexo, reduziu também o gap de rendimento entre os mais escolarizados em relação os menos instruídos. Em 2015, o rendimento-hora das pessoas com 12 anos ou mais de estudo era mais de quatro vezes o rendimento-hora da população ocupada com até 4 anos de estudo (R$ 35,11 e R$ 8,20, respectivamente). Contudo, em 2005, essa relação era ainda mais elevada, 5,3 vezes.
 
 
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